NOVO ARTIGO

THE IMPACT OF AGING AND THE REDUCTION OF THE VISUAL FIELD

Imagem
  Image credits: https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-verde-ecologico-olho-6402413/ Beyond the Visual Field: How Science and Neuroplasticity Bring New Hope for Eye Health Vision is, without a doubt, one of our most precious senses. It is through sight that we interpret the world, recognize beloved faces, read, enjoy the beauties of nature, and maintain our independence. However, as the years go by, it is natural for our bodies to experience wear and tear—and the eyes are no exception. Understanding the process of ocular aging and the reasons behind the reduction of the visual field is the first step toward taking better care of our health and maintaining a high quality of life. The Impact of Aging and the Reduction of the Visual Field As we age, vital structures of the eyes—such as the crystalline lens, the retina, and the optic nerve—undergo gradual biological changes. One of the most common phenomena associated with advanced age is the progressive loss of periph...

O TRANSPORTE MARITIMO DE MERCADORIAS

O TRANSPORTE MARITIMO DE MERCADORIAS

Atualmente, estamos vivendo o clima de copa do mundo, nada mais significativo, pois este grande evento está sendo realizado no Brasil, considerado o pais do futebol. Não obstante, a logística que envolve este grande evento, torna-se uma  condição “sine qua non” para o sucesso e eficácia no transporte de pessoas e coisas. O transporte marítimo internacional de cargas, hoje, responde por aproximadamente 93% do comércio mundial. É consenso geral que as vias marítimas, fluviais ou lacustres representam em custo benefício de forma mais otimizado em relação à quantidade e volume de mercadoria transportada. No Brasil, apesar da imensa costa litorânea, cerca de 7 mil km e do grande complexo portuário, como destaque a figura do porto organizado (antiga denominação de porto público, com o advento da lei 8.630/93 agora revogada pela lei 12.815/13 que regulamentou a figura do porto organizado, operador portuário dentre outras providencias) o modal mais utilizado ainda é o rodoviário, apesar do auto custo do frete e das precárias condições das estradas brasileiras.
No passado, o transporte marítimo era considerado uma aventura, devido a insuficiência de instrumentos de navegação e cartas náuticas, tendo de contar com pilotos experientes para se guiarem pelas estrelas e outros astros. Os primeiros navegadores que se destacaram no passado foram os povos Fenícios, que eram excelentes comerciantes, pois estudavam com afinco as necessidades de seus clientes para fornecer-lhes exatamente aquilo que precisavam neste período, foi criado a “Lex Mercatoria”. Estes povos dominavam o mediterrâneo, sendo depois suplantados pelos Gregos. Mais tarde com o advento das grandes navegações e descobertas, destacaram-se os Portugueses, Espanhóis e Holandeses, criando novas rotas marítimas, descobrindo novos povos.
Hoje em dia a expedição marítima não é mais considerada como aventura, dado o grande aparato tecnológico utilizado nos navios, inclusive contando com boletins metereológicos fornecido via satélite. Não obstante, as avarias e danos ainda ocorrem às mercadorias, causando arrepios aos contratantes do frete marítimo (exportador ou importador). Citando Eliane M.Octaviano Martins, curso de direito marítimo, vol. II, pg. 247 “entende-se por contrato de transporte marítimo internacional de mercadoria aquele pelo qual uma empresa transportadora (Carrier) se obriga mediante remuneração (frete) a transportar por mar, de um porto de origem ao porto de destino, certa quantidade de mercadoria”. O tipo mais comum e que evidencia o contrato de transporte maritimo é o conhecimento de embarque, mais conhecido como Bill of Lading ou B/L. Em regra, é um contrato de adesão, pois as cláusulas já vêm estipuladas, bastando tão somente aderi-las. É regulado internacionalmente pela convenção de Bruxelas ou regras de Haia de 1924(Haia-visby). No Brasil os dispositivos legais que regulam este documento estão inseridos em nosso código comercial (datado de 1850) e especialmente, no Decreto 19.473 de 1930 e posteriormente alterado pela lei 9.537 e 9.538 de 1997 que trata dos conhecimentos de transportes de mercadorias, segurança do tráfego aquaviário e Tribunal Marítimo.
No que concerne a responsabilidade do Transportador Marítimo, nos remetemos ao art. 749 do código civil/2002 que fala sobre os cuidados e diligências no transporte de coisas e no dever de entregá-las em bom estado no prazo estipulado. Quando isto não acontece, nasce a obrigação de indenizar. Não é raro, alguém comprar uma mercadoria no exterior, com prazo de entrega estimado em 30 dias e recebê-la depois de decorridos 40 dias e ainda com avarias ( mercadoria em falta ou danificadas) Neste caso, a quem recorrer de quem será a responsabilidade no campo jurídico para que possa suportar os custos de uma possível indenização. Se do embarcador, operador portuário,  Transportador marítimo, do depositário, que não teve a diligência de verificar quando a mercadoria foi descarregada.  Mas... este é um assunto complexo que trataremos posteriormente.

Paulo Silvano

Advogado/Maritime Law firm

Comentários

outras postagens

THE HIDDEN SECRET OF ORAL HEALTH

PENSANDO EM COMPRAR UM COOKTOP?

TRUMP RENUNCIA AO ACORDO CLIMÁTICO DE PARIS

THE AMERICAN WAY OF LIFE

RUAS EM CHAMAS E O PODER INVISÍVEL

IA GENERATIVA | Produtividade extrema, mas...