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NOVO ARTIGO

QUANDO OS IMPÉRIOS VÃO A GUERRA | PAZ ARMADA

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  imagem criada por IA Quando os impérios vão à guerra O que Nabucodonosor, Ciro, Alexandre e Roma ensinariam sobre EUA, Irã e o mito da vitória moderna Por trás de cada guerra existe uma narrativa visível — e uma teologia invisível. Nos comunicados oficiais, os Estados modernos falam em segurança nacional, defesa preventiva, soberania, liberdade de navegação, estabilidade regional ou proteção da ordem internacional. Mas, por trás desse vocabulário técnico e aparentemente racional, ainda pulsa algo muito antigo: a necessidade de justificar a violência por meio de um princípio superior. Os impérios do passado não escondiam isso. Marchavam em nome dos deuses. A Babilônia guerreava sob a sombra de Marduque . A Pérsia invocava a ordem cósmica de Ahura Mazda . Alexandre atravessava continentes embalado pela convicção de que o destino lhe pertencia. Roma , por sua vez, transformou a guerra em método, a glória em liturgia e a paz em uma forma organizada de submissão. Hoje, o mundo prefer...

RECUSA DA OTAN E UE NO ESTREITO DE HORMUZ 2026

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  imagem gerada por IA / Trump e estreito de Hormuz Recusa da OTAN e UE no Estreito de Hormuz 2026: Erro de Chamberlain, Ameaça de Mísseis Iranianos e o Fim da Proteção Americana na Europa A guerra entre EUA-Israel e Irã, deflagrada em 28 de fevereiro de 2026, não é apenas mais um conflito no Oriente Médio. É o momento em que a Europa decidiu, mais uma vez, ficar de fora — e isso pode custar muito caro. "Não é nossa guerra" Enquanto mísseis balísticos iranianos caem diariamente sobre Israel, Arábia Saudita, Emirados e bases americanas, a OTAN e a União Europeia responderam com um sonoro “não é nossa guerra”. Trump pediu uma coalizão naval para reabrir o Estreito de Hormuz — rota que responde por 20% do petróleo e gás mundial. A resposta europeia? Silêncio ou desculpas diplomáticas. Alemanha, França e a própria chefe de política externa da UE foram claros: “Não vamos colocar nossos soldados em risco”. Essa postura lembra dolorosamente Neville Chamberlain em 1938. Acreditan...

O PRINCÍPIO DAS DORES | Abordagem aos recentes acontecimentos

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  créditos de imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/clima-natureza-mulher-criativo-4310199/ Convulsões Globais e o Princípio das Dores Os últimos acontecimentos mundiais têm revelado um cenário de instabilidade que atravessa continentes e sistemas políticos. Protestos no Irã, a crise permanente na Venezuela , as disputas geopolíticas envolvendo a Groenlândia e o prolongado conflito entre Rússia e Ucrânia não são fatos isolados. À luz das Escrituras, muitos enxergam nesses eventos sinais de um tempo já anunciado: o chamado “ princípio das dores ” . Irã: quando o poder se volta contra o próprio povo Entre todos esses episódios, os protestos no Irã merecem especial atenção. A história demonstra que regimes autoritários, quando ameaçados, tendem a reagir com violência contra sua própria população. O objetivo é claro: sufocar qualquer questionamento ao poder estabelecido, ainda que o custo seja alto — mortos, feridos e uma sociedade marcada pelo medo. Esse padrão não é novo. ...

RUAS EM CHAMAS E O PODER INVISÍVEL

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  créditos de imagem: https://pixabay.com/pt/illustrations/geopol%c3%adtica-xadrez-mapa-globo-9502438/ Dívida, Ruas em Chamas e o Poder Invisível — Uma Leitura Geopolítica do Presente Capítulo V Introdução As imagens se repetem em diferentes idiomas e bandeiras: ruas tomadas por manifestantes, Estados pressionados por crises fiscais, governos acuados entre a repressão e a negociação. Irã, Venezuela , União Europeia e Rússia parecem realidades desconectadas, mas compartilham um pano de fundo comum : a tensão entre dívida, soberania e legitimidade num sistema global altamente integrado. Este artigo propõe uma leitura não conspiratória, porém crítica . Não se trata de afirmar a existência de um “governo mundial secreto”, mas de reconhecer uma arquitetura de poder difusa — econômica, financeira e informacional — que condiciona decisões nacionais e empurra sociedades ao limite. Uma “mão invisível” não como sujeito oculto, mas como conjunto de incentivos sistêmicos que operam a...