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O RELÓGIO DE DEUS EM 2026 | O palco está sendo montado?

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  créditos de imagem:https://www.pexels.com/pt-br/foto/xadrez-harry-potter-cosplay-hogwarts-7979070/ Este é o primeiro de uma série de três artigos, na qual exploraremos as conexões entre os eventos que moldam o nosso mundo em 2026 e as antigas profecias bíblicas. ⚠️ Aviso Importante: Este texto trata-se de uma análise interpretativa que correlaciona eventos geopolíticos atuais com textos das tradições judaico-cristãs. Ele não pretende prever o futuro com exatidão, nem representa uma verdade absoluta ou científica. O objetivo é fomentar a reflexão sob uma perspectiva escatológica (estudo do fim dos tempos). O Mundo em 2026 e as Profecias: O Palco Está Sendo Montado? (Parte 1) Se você abrir os jornais hoje, verá um mundo que parece estar em constante estado de "reorganização". Acordos nucleares que duraram décadas estão sendo rasgados, países disputam minerais escondidos no solo para manter suas tecnologias funcionando e o Oriente Médio continua sendo o epicentro de diálogo...

O PRINCÍPIO DAS DORES | Abordagem aos recentes acontecimentos

 

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Convulsões Globais e o Princípio das Dores

Os últimos acontecimentos mundiais têm revelado um cenário de instabilidade que atravessa continentes e sistemas políticos. Protestos no Irã, a crise permanente na Venezuela, as disputas geopolíticas envolvendo a Groenlândia e o prolongado conflito entre Rússia e Ucrânia não são fatos isolados. À luz das Escrituras, muitos enxergam nesses eventos sinais de um tempo já anunciado: o chamado princípio das dores.


Irã: quando o poder se volta contra o próprio povo

Entre todos esses episódios, os protestos no Irã merecem especial atenção. A história demonstra que regimes autoritários, quando ameaçados, tendem a reagir com violência contra sua própria população. O objetivo é claro: sufocar qualquer questionamento ao poder estabelecido, ainda que o custo seja alto — mortos, feridos e uma sociedade marcada pelo medo.

Esse padrão não é novo. A repressão interna sempre foi um recurso de impérios inseguros, que preferem destruir seus próprios filhos a perder o controle. A violência torna-se, assim, uma tentativa desesperada de manter uma ordem que já não se sustenta.


Ecos de impérios antigos

A Bíblia descreve impérios que, ao se verem derrotados em guerras ou pressionados por crises internas, recorriam a práticas extremas. Em algumas culturas, filhos eram sacrificados para aplacar a suposta ira de divindades como Moloque ou Dagom. Era a lógica do desespero espiritual: oferecer o que havia de mais precioso na esperança de preservar o poder.

O mais grave é que mesmo Israel, em determinados períodos de desobediência a Deus, acabou assimilando esses costumes abomináveis, afastando-se completamente da vontade divina. As Escrituras são claras ao condenar tais práticas, revelando que elas não traziam livramento, mas juízo.


O princípio das dores

Jesus, ao falar sobre o fim dos tempos, comparou esse período às dores de parto. As contrações anunciam que algo está para nascer, ainda que o momento final seja desconhecido. Vivemos exatamente esse estágio: conflitos, convulsões sociais, guerras e perseguições não são o fim em si mesmos, mas sinais de que o mundo caminha para uma transformação profunda. "Todas essas coisas, porém, são o princípio das dores" (Mateus 24:8).

O profeta Daniel já havia descrito reinos em constante conflito, marcados por alianças frágeis, ferro misturado com barro, simbolizando sistemas políticos fortes em aparência, mas internamente instáveis (Daniel 2:41–43). Essa fragilidade estrutural se repete nas nações contemporâneas.

O que está por vir ainda não se revela plenamente. Contudo, os acontecimentos atuais antecipam que não se trata de algo agradável do ponto de vista humano. O aumento da violência, da intolerância e do autoritarismo aponta para um cenário de crescente sofrimento.


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Potestades e batalhas invisíveis

Outro aspecto frequentemente esquecido é que, segundo a Bíblia, as nações não agem apenas por decisões humanas. Governos acreditam estar edificando seus próprios projetos de poder, mas, na realidade, são influenciados por forças espirituais que transcendem o plano material. O apóstolo Paulo afirma: "Porque a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso" (Efésios 6:12).

Essa realidade espiritual ajuda a compreender por que conflitos aparentemente irracionais se prolongam e se intensificam. O livro do Apocalipse descreve esse embate final como um período de grande engano, perseguição e violência global (Apocalipse 12:12; 13:7).

Essa compreensão bíblica não exime líderes de responsabilidade, mas amplia a visão sobre a origem dos conflitos. O que vemos no plano material é reflexo de uma realidade espiritual mais profunda.


Uma advertência para o nosso tempo

As convulsões no Irã, na Venezuela, na Europa Oriental e em outras regiões do mundo funcionam como um alerta. A história se repete porque a natureza humana, afastada de Deus, insiste nos mesmos erros. As Escrituras já haviam anunciado esses tempos, não para gerar pânico, mas para despertar vigilância e reflexão. O Apocalipse adverte que, nos últimos dias, as nações seriam enganadas e mergulhadas em conflitos sucessivos (Apocalipse 20:8).

Curiosamente, filósofos ao longo da história também perceberam esse ciclo de decadência e conflito. Platão, em A República, alertava que sociedades governadas apenas pelo desejo e pela força caminham inevitavelmente para a tirania. Søren Kierkegaard, por sua vez, via o desespero como a doença do espírito humano quando este se afasta de Deus e tenta encontrar sentido apenas nas estruturas terrenas.

Pensadores contemporâneos como Hannah Arendt analisaram como regimes autoritários transformam a violência em instrumento político legítimo, enquanto Zygmunt Bauman descreveu a modernidade como "líquida", marcada pela instabilidade, medo e fragilidade dos vínculos sociais. Essas reflexões filosóficas, ainda que partam de premissas distintas, dialogam diretamente com o diagnóstico bíblico sobre a condição humana.


Momento de Discernimento

Mais do que tentar prever datas ou eventos específicos, o momento exige discernimento espiritual e intelectual. O “princípio das dores” nos convida a compreender que os reinos deste mundo são transitórios, como já advertia Daniel, enquanto o Reino de Deus permanece para sempre. Em meio ao caos descrito por profetas, apóstolos e filósofos, essa continua sendo a única esperança sólida para a humanidade.


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By: Zadock Zenas (kernel text)

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