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THE IMPACT OF AGING AND THE REDUCTION OF THE VISUAL FIELD

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  Image credits: https://www.pexels.com/pt-br/foto/mulher-verde-ecologico-olho-6402413/ Beyond the Visual Field: How Science and Neuroplasticity Bring New Hope for Eye Health Vision is, without a doubt, one of our most precious senses. It is through sight that we interpret the world, recognize beloved faces, read, enjoy the beauties of nature, and maintain our independence. However, as the years go by, it is natural for our bodies to experience wear and tear—and the eyes are no exception. Understanding the process of ocular aging and the reasons behind the reduction of the visual field is the first step toward taking better care of our health and maintaining a high quality of life. The Impact of Aging and the Reduction of the Visual Field As we age, vital structures of the eyes—such as the crystalline lens, the retina, and the optic nerve—undergo gradual biological changes. One of the most common phenomena associated with advanced age is the progressive loss of periph...

DESEJOS DA MENTE | O ciclo da imitação

 


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O Ciclo da Imitação: Como o Desejo Mimético Molda Nossas Vidas

Vivemos em um mundo onde a imitação é uma força invisível que nos guia mais do que percebemos. Paulo, em sua carta aos Coríntios, aconselha que sejamos seus imitadores, assim como ele era de Cristo. Essa ideia reflete a busca por um modelo digno, um referencial de conduta e propósito. 


Mas por que imitamos? O filósofo Kierkegaard aponta que os homens são seres essencialmente miméticos, ou seja, tendem a imitar uns aos outros em desejos e comportamentos. Jesus, no entanto, não se enquadrava nessa necessidade, pois viera da glória de Deus e imitava apenas ao Pai, mantendo-se fiel a um propósito maior.


O desejo em imitar os outros

No mundo moderno, essa necessidade de imitação se manifesta de forma intensa e muitas vezes destrutiva. Redes sociais, modismos e influências externas nos empurram para uma busca incessante de validação. 


Queremos aquilo que os outros desejam, trabalhamos para conquistar o que vemos como sucesso, muitas vezes sem questionar se isso realmente nos trará satisfação. O resultado é um ciclo de insatisfação, onde nunca parece haver um ponto de chegada. O que hoje nos encanta, amanhã já se torna obsoleto, e assim seguimos na ilusão de que a próxima conquista trará a felicidade definitiva.


Erasmo de Roterdã, em "Elogio da Loucura", descreve como os homens são movidos por paixões insaciáveis, destruindo e reconstruindo, alternando formas e estruturas, até que, ao fim de tudo, se encontram vazios e sem propósito. Esse ciclo de criação e destruição pode ser visto na história humana, nas cidades que ergueram impérios para depois os arruinarem, nos sistemas econômicos que se reformulam constantemente e até nas próprias vidas individuais, onde mudamos incessantemente de objetivos, empregos e relações sem encontrar verdadeira plenitude.


Consumismo exagerado

Esse fenômeno também se manifesta no consumismo desenfreado, onde adquirimos bens materiais não apenas por necessidade, mas para reforçar uma identidade social. O próprio mercado se alimenta desse desejo mimético, criando tendências efêmeras que nos fazem crer que estamos desatualizados se não aderirmos ao mais novo padrão. Dessa forma, passamos a viver uma existência pautada na comparação, e a felicidade parece estar sempre ligada à aprovação alheia.


O impacto disso na vida moderna é profundo. A ansiedade e a frustração se tornam comuns, pois estamos sempre em busca de algo que parece estar um passo à frente. Além disso, nossa identidade se dilui em meio às influências externas, tornando difícil distinguir nossos desejos autênticos daqueles que nos foram impostos. A solução, talvez, não seja simplesmente imitar sem pensar, mas escolher conscientemente quem ou o quê seguir. 


créditos de imagem:  https://unsplash.com/pt-br/fotografias/mulher-espalhando-o-cabelo-durante-o-por-do-sol-_mIXHvl_wzA

Se Kierkegaard diz que Jesus imitava apenas ao Pai, podemos aprender com isso a buscar referências mais autênticas e valiosas. Em vez de nos perdermos na loucura do mundo, podemos encontrar um caminho mais sólido baseando nossas escolhas em valores verdadeiros, em vez de impulsos momentâneos.


Conclusão

A reflexão que fica é: o que realmente nos move? Quem ou o quê estamos imitando? Nossas escolhas nos levam para um caminho de verdadeira realização ou estamos apenas seguindo o fluxo de uma sociedade que nunca está satisfeita? A verdadeira liberdade pode estar em romper esse ciclo e encontrar um sentido que não dependa da constante aprovação dos outros.


Agora é com você! Reflita sobre suas escolhas e pergunte-se: estou vivendo de acordo com meus próprios valores ou apenas seguindo um caminho já traçado por outros? Compartilhe suas reflexões nos comentários e ajude a expandir essa conversa!


By, Paulo Silvano (kernel text)

Advogado pós graduado em Direito Previdenciário, especialização em Direito Maritimo e Portuário

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