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QUANDO OS IMPÉRIOS VÃO A GUERRA | PAZ ARMADA

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  imagem criada por IA Quando os impérios vão à guerra O que Nabucodonosor, Ciro, Alexandre e Roma ensinariam sobre EUA, Irã e o mito da vitória moderna Por trás de cada guerra existe uma narrativa visível — e uma teologia invisível. Nos comunicados oficiais, os Estados modernos falam em segurança nacional, defesa preventiva, soberania, liberdade de navegação, estabilidade regional ou proteção da ordem internacional. Mas, por trás desse vocabulário técnico e aparentemente racional, ainda pulsa algo muito antigo: a necessidade de justificar a violência por meio de um princípio superior. Os impérios do passado não escondiam isso. Marchavam em nome dos deuses. A Babilônia guerreava sob a sombra de Marduque . A Pérsia invocava a ordem cósmica de Ahura Mazda . Alexandre atravessava continentes embalado pela convicção de que o destino lhe pertencia. Roma , por sua vez, transformou a guerra em método, a glória em liturgia e a paz em uma forma organizada de submissão. Hoje, o mundo prefer...

THE GREEK STOIC AND THE WORLD TODAY

Companions in Misery






In his “Enchiridion,” Epictetus, the Greek Stoic and former slave, presents complaining, too, as pointless because it’s based on a mistaken belief that we can control the uncontrollable. Many people today agree that complaining is useless and “won’t get you anywhere.” This predominant attitude assumes that something ...READ MORE IN

http://opinionator.blogs.nytimes.com/2014/11/22/companions-in-misery/?emc=edit_ty_20141124&nl=opinion&nlid=70158439&_r=2

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