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  imagem criada por IA Quando os impérios vão à guerra O que Nabucodonosor, Ciro, Alexandre e Roma ensinariam sobre EUA, Irã e o mito da vitória moderna Por trás de cada guerra existe uma narrativa visível — e uma teologia invisível. Nos comunicados oficiais, os Estados modernos falam em segurança nacional, defesa preventiva, soberania, liberdade de navegação, estabilidade regional ou proteção da ordem internacional. Mas, por trás desse vocabulário técnico e aparentemente racional, ainda pulsa algo muito antigo: a necessidade de justificar a violência por meio de um princípio superior. Os impérios do passado não escondiam isso. Marchavam em nome dos deuses. A Babilônia guerreava sob a sombra de Marduque . A Pérsia invocava a ordem cósmica de Ahura Mazda . Alexandre atravessava continentes embalado pela convicção de que o destino lhe pertencia. Roma , por sua vez, transformou a guerra em método, a glória em liturgia e a paz em uma forma organizada de submissão. Hoje, o mundo prefer...

THE ELECTRIC STATE | Uma jornada Distópica

 

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The Electric State: Uma Jornada Distópica Entre Humanos e Máquinas"


"The Electric State", dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo e estrelado por Millie Bobby Brown e Chris Pratt, é uma produção da Netflix que estreou em 14 de março de 2025. Com um orçamento de US$ 320 milhões, o filme adapta a graphic novel homônima de Simon Stålenhag, transportando-nos para uma versão alternativa dos anos 1990, onde humanos e robôs coexistem em um mundo pós-guerra tecnológica.


A narrativa acompanha Michelle (Millie Bobby Brown), uma adolescente órfã que, junto com seu robô companheiro, embarca em uma jornada pelos Estados Unidos em busca de seu irmão desaparecido. Durante essa travessia, eles enfrentam desafios impostos pela corporação Sentre, que exerce controle tecnológico sobre a sociedade. A história aborda temas como identidade, consciência e a relação entre humanos e máquinas, refletindo sobre a dependência tecnológica e suas implicações éticas. 


Apesar das expectativas, o filme recebeu críticas mistas. Publicações como The Verge e Vanity Fair apontaram falhas no desenvolvimento do enredo e na profundidade dos personagens, sugerindo que a adaptação não capturou a essência contemplativa da obra original.  Por outro lado, alguns elogiaram os efeitos visuais e a ambientação retrofuturista, destacando a estética nostálgica que remete a clássicos dos anos 1980 e 1990.


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A principal mensagem de "The Electric State" parece ser um alerta sobre os perigos da alienação tecnológica e a perda de conexões humanas genuínas. Ao retratar uma sociedade obcecada por realidades virtuais e dispositivos que oferecem escapismo, o filme convida o público a refletir sobre o equilíbrio entre o uso da tecnologia e a preservação de nossa humanidade. 


Essa temática é explorada em outras obras cinematográficas. Por exemplo, "Matrix" (1999) apresenta um mundo onde a realidade é uma simulação criada por máquinas para controlar os humanos, questionando a natureza da realidade e do livre-arbítrio. Já "Blade Runner 2049" (2017) mergulha em questões de identidade e o que significa ser humano em um mundo habitado por replicantes. "Ex Machina" (2014) explora as implicações éticas da inteligência artificial e a linha tênue entre criação e criador. 


Em suma, "The Electric State" oferece uma visão estética interessante de um futuro distópico, mas enfrenta desafios em traduzir a profundidade emocional e filosófica da obra original para as telas. Ainda assim, serve como um ponto de partida para discussões sobre nossa relação com a tecnologia e o futuro que estamos moldando.


Principais protagonistas do filme

Os protagonistas de The Electric State são Michelle (interpretada por Millie Bobby Brown) e seu companheiro robótico Skip. Eles formam o coração emocional do filme, guiando a jornada através de uma América alternativa devastada por uma guerra tecnológica.

Michelle

Michelle é uma adolescente órfã que se vê sozinha em um mundo onde a tecnologia está em colapso e a sociedade foi profundamente transformada. Ela embarca em uma jornada em busca de seu irmão desaparecido, demonstrando determinação, coragem e uma sensibilidade emocional que a torna uma protagonista envolvente. Sua trajetória é tanto física quanto psicológica, pois ela precisa enfrentar desafios impostos pela corporação Sentre, que parece esconder segredos sombrios sobre o estado do mundo. Millie Bobby Brown, conhecida por Stranger Things, traz à personagem um equilíbrio entre fragilidade e força, características que marcaram seus papéis anteriores.

Skip

Skip é um robô de grande porte, programado para proteger Michelle. Ele não apenas serve como um guardião físico, mas também como uma figura quase paternal e um companheiro leal em sua jornada. A relação entre os dois se desenvolve ao longo do filme, mostrando como laços emocionais podem transcender a barreira entre humano e máquina. O design de Skip se destaca, combinando uma estética retrofuturista com um toque melancólico que reforça a atmosfera do filme.

Outros Personagens

Além de Michelle e Skip, há a presença de Keanu Reeves, que dá voz a um personagem misterioso, além de Chris Pratt, que interpreta um aliado que se junta à jornada da protagonista. A vilania da história fica por conta de personagens ligados à corporação Sentre, representando o lado sombrio do avanço tecnológico e o controle sobre a sociedade.

A dinâmica entre Michelle e Skip lembra outras duplas icônicas da ficção científica, como Joel e Ellie em The Last of Us ou o Gigante de Ferro e Hogarth em O Gigante de Ferro (1999), reforçando a ideia de que, mesmo em um mundo distópico, as conexões humanas (ou quase humanas) são fundamentais.


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By, Paulo Silvano (kernel text)

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Referencias:

https://www.theverge.com/movie-reviews/629787/the-electric-state-review-netflix?utm_source=chatgpt.com

https://www.vanityfair.com/hollywood/story/the-electric-state-netflix-movie-chris-pratt?utm_source=chatgpt.com

https://www.thetimes.co.uk/article/the-electric-state-review-millie-bobby-brown-netflix-kbz0066gm?utm_source=chatgpt.com


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