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NOVO ARTIGO

QUANDO OS IMPÉRIOS VÃO A GUERRA | PAZ ARMADA

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  imagem criada por IA Quando os impérios vão à guerra O que Nabucodonosor, Ciro, Alexandre e Roma ensinariam sobre EUA, Irã e o mito da vitória moderna Por trás de cada guerra existe uma narrativa visível — e uma teologia invisível. Nos comunicados oficiais, os Estados modernos falam em segurança nacional, defesa preventiva, soberania, liberdade de navegação, estabilidade regional ou proteção da ordem internacional. Mas, por trás desse vocabulário técnico e aparentemente racional, ainda pulsa algo muito antigo: a necessidade de justificar a violência por meio de um princípio superior. Os impérios do passado não escondiam isso. Marchavam em nome dos deuses. A Babilônia guerreava sob a sombra de Marduque . A Pérsia invocava a ordem cósmica de Ahura Mazda . Alexandre atravessava continentes embalado pela convicção de que o destino lhe pertencia. Roma , por sua vez, transformou a guerra em método, a glória em liturgia e a paz em uma forma organizada de submissão. Hoje, o mundo prefer...

O NATAL E O CAMINHO DA SIMPLICIDADE

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  créditos de imagem:https://pixabay.com/pt/photos/natal-%c3%a1rvore-de-natal-enfeite-4689129/ O Natal e o Caminho da Simplicidade: Reflexões sobre o Capítulo 18 de Mateus No Dia de Natal , celebramos a humildade, a simplicidade e a pureza que Jesus nos ensinou ao nascer em uma manjedoura , em um contexto de pobreza e vulnerabilidade. Nesse contexto, podemos refletir sobre o ensinamento profundo presente no Evangelho de Mateus, capítulo 18 , onde Jesus nos chama a seguir o caminho da pureza de uma criança para entrar no Reino dos Céus . Este chamado nos convida a uma reflexão essencial sobre a verdadeira essência do Natal e a proposta do cristianismo. "Quem não se tornar como criança, não entrará no Reino dos Céus." No versículo 3 de Mateus 18 , Jesus diz: "Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças , de modo algum entrareis no Reino dos Céus." A simplicidade e pureza de uma criança, sem as armadilhas e complicações das ambiç...

FELICIDADE | QUAL A SUA PERCEPÇÃO?

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  créditos de imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/foto-de-uma-mulher-jogando-seu-chapeu-de-palha-para-cima-1748985/ A Dualidade da Felicidade: Entre a Inveja e a Bondade A felicidade é um tema que intriga e fascina a humanidade há séculos. Mas o que realmente significa ser feliz? E como nossas emoções, como a inveja e a bondade, influenciam nossa percepção da felicidade? Ao observar a felicidade dos bons, algumas pessoas podem sentir um tormento constante causado pela inveja e pelo ciúme. Esses sentimentos negativos obscurecem nossa visão, impedindo-nos de apreciar a alegria alheia e nos consumindo com sentimentos de inadequação e amargura. No entanto, a felicidade não precisa ser uma fonte de tormento. Ela também pode ser um farol de esperança e inspiração. A verdadeira felicidade reside em nossas ações e no nosso impacto no mundo. Quando fazemos o bem e evitamos o mal, experimentamos uma sensação de propósito e contentamento que transcende a inveja e o ciúme. A dualida...

SOCIEDADE DOENTE E O ESTOICISMO

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  créditos de imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/pessoas-andando-de-carrossel-no-parque-136412/ A Sociedade doente e seus desejos insaciáveis Vivemos em uma era onde o excesso se confunde com necessidade, e a busca incessante por distração encobre uma inquietação existencial. Roger Waters, na música Amused to Death , descreve uma sociedade que transforma a guerra em espetáculo e o sofrimento em entretenimento, como se a realidade fosse um jogo online.  De forma semelhante, em A Montanha Mágica , Thomas Mann nos apresenta um sanatório onde os pacientes se consideram saudáveis enquanto são lentamente consumidos pela enfermidade. Ambos os retratos apontam para um mesmo fenômeno: uma sociedade doente que se ilude com sua própria vitalidade. O que diferencia a sociedade contemporânea é que sua doença não é apenas física ou psicológica, mas estrutural. Vivemos em um tempo em que a hiperconectividade e o consumismo voraz se tornaram os pilares de nossa identidade. Queremo...

POR QUE O TEMPO PARECE SE ARRASTAR QUANDO ESTAMOS TRISTES?

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  créditos de imagem: https://www.pexels.com/pt-br/foto/12936607/ Horas Passam Mais Rápido Quando a Pessoa Está Feliz? Cientistas Desvendam a Relação das Emoções com o Tempo Você já notou como o tempo parece voar quando você está se divertindo, mas se arrasta quando está entediado ou ansioso? Esse fenômeno não é apenas uma impressão subjetiva, mas tem uma explicação científica por trás. Pesquisas recentes têm mostrado como nossas emoções influenciam a percepção do tempo, revelando que, de fato, o tempo parece passar mais rápido quando estamos felizes e mais devagar em momentos de stress ou tristeza. A Percepção do Tempo e as Emoções A relação entre a percepção do tempo e as emoções é um campo fascinante da psicologia e neurociência. O tempo, em termos absolutos, não muda, mas a forma como o percebemos pode ser altamente influenciada pelo nosso estado emocional. Cientistas explicam que a maneira como o cérebro processa informações em diferentes estados emocionais pode alterar n...